De manhã, bem cedo, o senhor H cava um buraco na terra e deixa cair uma pequena semente, cheio de esperança. Sob o olhar curioso de um pássaro, o tempo avança... Mas nada acontece. Ou talvez a semente, oculta e discreta, germine ao seu próprio ritmo.
O senhor H rega-a, sussurra-lhe palavras doces e volta todos os dias para ver como está a crescer.
Mas a espera prolonga-se:
— Ainda nada? — pergunta, impaciente. Até que, um dia...