
Fomos aos dinossauros encorpar o presente. Fugiram os dinos, ficaram as auras — não fazemos ideia do futuro. O génio está fundido, mas a lâmpada devolve a centelha: não se trata de ilustrar o poema — antes prolongar o seu gesto: desenhar as riquezas fugidias de que fala Inês Lourenço. Não vemos almas, mas levamos manchas à parede!